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Planeta dos Macacos: O Confronto não é um blockbuster descartável. É uma tragédia visual sobre como o medo corrompe a diplomacia. Assistir a este filme em uma tela pequena, com áudio comprimido e imagem cheia de artefatos, é um desserviço ao trabalho de Matt Reeves e sua equipe.

O conflito surge quando um pequeno grupo de humanos sobreviventes, imunes ao vírus, entra no território dos símios em busca de uma represa para reativar a energia da cidade. A tensão entre a desconfiança humana e a necessidade de proteção dos macacos cria uma atmosfera densa, onde o diálogo é tão perigoso quanto a guerra. O filme foca na complexidade da liderança de César, que tenta proteger sua família e povo enquanto enxerga a humanidade em alguns humanos, contrapondo-se ao ódio cego de Koba (Toby Kebbell), um símio marcado pelas cicatrizes dos experimentos humanos.

O conflito começa quando um grupo de humanos sobreviventes, liderados por Malcolm (Jason Clarke) e Dreyfus (Gary Oldman), entra em contato com os macacos na tentativa de reativar uma usina hidrelétrica. O que se segue é um estudo profundo sobre:

O filme foi gravado inteiramente em ambientes naturais (como as florestas da Colúmbia Britânica) e estúdios com tecnologia de captura de performance. Na versão BluRay, a compressão de vídeo é significativamente menor do que no streaming. Isso significa que cada pelo do rosto de César, cada expressão microfacial de Andy Serkis, e as texturas das cicatrizes de Koba são cristalinas. Em cenas noturnas ou de chuva, como o ataque final ao tanque, a ausência de artefatos de compressão (aqueles blocos ou borrões) preserva a fotografia escura e granulada intencional do diretor de fotografia Michael Seresin.

Com uma qualidade técnica impecável que desafia muitos lançamentos atuais, um áudio que vai fazer você sentir o impacto de cada tiro e cada galho quebrado, e um pacote de extras generoso de aproximadamente duas horas, este lançamento é a forma definitiva de experimentar a obra-prima de Matt Reeves.

Análises da tecnologia de captura de movimento da Weta Digital.

Interpretado magistralmente por Andy Serkis, César agora enfrenta o desafio de guiar seu povo como pai, político e herói. O cerne dramático da obra gira em torno de sua busca contínua por diplomacia e moralidade.

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Situado 10 anos após Planeta dos Macacos: A Origem (2011), o filme aborda o mundo pós-apocalíptico onde o vírus símio dizimou a maior parte da humanidade. César, maravilhosamente interpretado por via captura de movimento, lidera uma sociedade inteligente e evoluída em uma floresta próxima a São Francisco.